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Plácido Domingo no papel de Turiddu interpretando a ária “Viva il vino spumeggiante” da ópera Cavalleria Rusticana de Pietro Mascagni.

O princípio de um concerto é mais privilegiado do que o princípio de um livro. Poder-se-ia dizer que o próprio som é mais privilegiado do que as palavras. Um livro está repleto das mesmas palavras que usamos todos os dias, dia após dia, para explicar, descrever, exigir, argumentar, pedir, estimular, dizer a verdade e mentir. Os nossos pensamentos tomam forma em palavras; daí que as palavras da página escrita tenham de concorrer com as palavras que temos na cabeça. A música tem à sua disposição um campo muito mais vasto de associações, precisamente porque é, por natureza, ambivalente; está simultaneamente dentro do mundo e fora dele.
No mundo de hoje, a música tem uma presença cacofónica em restaurantes, aviões e tantos outros locais, mas é precisamente essa omnipresença que constitui o maior obstáculo à integração da música na nossa sociedade. (…)

In, “Está Tudo Ligado”, Daniel Barenboim



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Diz-se de Giacomo Rossini que o seu nome não ficou para a história como distinto gastrónomo, porque o génio musical com que foi abençoado, suplantou a sua paixão pela boa-mesa.
Pelo prazer da música, deixo-vos aqui a área “Di Tanti Palpiti” da ópera Tancredi, também conhecida como a “ária do arroz”. Um extraordinário sucesso à época, que reza a lenda terá sido escrita em Veneza enquanto o compositor esperava que lhe trouxessem à mesa o risoto.

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