CAIO CALÍGULA

(…) Num sumptuoso banquete, pôs-se, de súbito, às gargalhadas; os cônsules sentados ao lado dele perguntaram-lhe, mansamente, porque ria: «Porquê? disse ele, porque estou a pensar que basta um aceno de cabeça para mandá-los degolar a todos neste mesmo instante». (…)

In, “Os Doze Césares”, Suetónio, Biblioteca Editores Independentes, Tradução João Gaspar Simões